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Chinatown e Little Italy – NYC

O mais legal de ver fotos é reviver os momentos através delas, não é mesmo? Estava arrumando uns arquivos de backup e acabei me hipnotizando enquanto lembrava do dia em que estivemos em dois bairros tão tipicamente estrangeiros de NYC.

Um dia fomos almoçar em uma cantina italiana no bairro Little Italy e para chegar lá passamos por Chinatown. Bem, os nomes são auto explicativos, né? hehehe!

Ambos ficam no Lower East Side. Chinatown é o bairro mais antigo e que abriga a maior quantidade de chineses no ocidente. Eu nunca estive na China, mas as fachadas e propagandas não deixam dúvidas hahaha. Little Italy é o bairro que foi ocupado por um grande número de ítalo-americanos durante o início do século XX, as ruas são decoradas com as cores da bandeira italiana e há muitos restaurantes e cafés tradicionais.

Almoçamos no restaurante Grotta Azzurra, uma cantina tradicional com muitas opções de massas muito boas, mas o inesquecível mesmo foi o Classic Cannolli de sobremesa. Deliciosíssimo!

Quero ainda passear mais por esses lugares, fotografar com câmera boa e não só com o celular, experimentar as iguarias… Um dia, um dia… haha ;]

Dumbo e Brooklyn Bridge – NYC

Em NY ficamos hospedados no Brooklyn, que é um bairro enorme! Um famoso ponto turístico de lá e que vemos muitas fotos semelhantes é o DUMBODown Under the Manhattan Bridge Overpass (algo como “Abaixo do viaduto da ponte Manhattan”) – uma vizinhança cheia de lojas lindas, onde podemos ver a Manhattan Bridge. Lá paramos para tomar um café (chocolate quente, no meu caso) antes de ir para a ponde do Brooklyn.

A Brooklyn Bridge foi inaugurada em maio de 1883, possui 1834m de extensão e 84m de altura total (41m de vão livre), é uma das três pontes que liga Manhanttan ao Brooklyn e, assim como a Williamsburg Bridge, os pedestres e ciclistas atravessam por cima e veículos por baixo, mas não há linha de metrô que passa por ela.

Nosso objetivo era atravessar a ponte, mas estava muito frio, chuviscando e aquele vento de cortar o rosto, sabe? Então acabamos andando só um pedaço e voltando para o Brooklyn Bridge Park, de onde avistamos Manhattan do outro lado do East River (olha ali o One World Trade Center!). Tomamos sorvete na Ice Cram Factory (vanilla e chocochip são maravilhosos!) esperamos a garoa diminuir e fomos embora.

Infelizmente o clima não colaborou para explorarmos mais a região… Espero um dia voltar quando estiver sol ;D

Sim, ainda tem mais coisas da viagem para postar… Desculpem a demora, juro que tentarei ser mais breve.

Hoboken e Carlo’s Bake Shop

Passamos um dia em Hoboken, uma cidadezinha muito fofa de Nova Jersey, onde fica a loja do Cake Boss (aquele dos bolos absurdos), a Carlo’s Bake Shop. Existem outras filiais da loja, mas esta é a a matriz, onde tudo começou e fica de frente para a prefeitura da cidade, a rua até ficou conhecida pelo seu nome.

No dia em que fomos estava lotada e demorou para chamar nossa senha, mas saímos de lá muito felizes com nossa sacolona de docessss!! Cupcakes, cheesecakes, cookies, bolos e mais, tudo uma delícia!

A cidade fica do outro lado do Hudson River e fomos de trem, mais conhecido como PATH (Port Authority Trans Hudson) é o sistema ferroviário que liga Nova Jersey com Manhattan (e vice-versa), custa US$ 2,75 e a viagem para Hoboken leva cerca de 15 minutos.

Carlo’s Bake Shop: 95 Washington Street – Hoboken, New Jersey 07030

Williamsburg Bridge – NYC

Manhattan é a “ilha principal” da Cidade de Nova York, com isso, para ter acesso entre ela e Long Island, quatro pontes foram construídas no decorrer dos anos. Uma delas é a Williamsburg Bridge, que liga Manhattan ao Norte do Brooklyn (Williamsburg), passando sobre o East River.

A ponte possui 94m de altura, 2.227m de comprimento e tem mais de 100 anos. Começou a ser contruída em 1896 e foi inaugurada em 1903. Por ela passam os trens das linhas J, M e Z do metrô, além de poder ser atravessada de automóvel, a pé ou de bicicleta.

Não, nós não atravessamos, hehehe. Mas andamos por um bom pedaço dela e conseguimos ver a Manhattan Bridge e a Brooklyn Bridge através de sua grade. A ponte é toda em metal cinza com grades cor de rosa, o trilho do metrô passa pelo meio, os veículos por baixo e os ciclitas e pedestres por cima, assim dando espaço para todos.

Empire State Building – NYC

Além de andar muuuito pelas ruas de Nova York, também a vimos láááá de cima! Fomos até o topo do Empire State Building, aquele predião~ que o King Kong sobe segurando a personagem Ann e é atacado por aviões (choro muito com esse filme…).

Atualmente é o terceiro prédio mais alto de todo os Estados Unidos, perdendo apenas para a Willis Tower (Chicago) e o One World Trade Center (também em NYC – que é possível ver em algumas das fotos abaixo, mas mostrarei melhor em outro post). Com sua construção concluída em 1931, o Empire State foi o edifício mais alto do mundo por 41 anos, até serem construídas as finadas Torres Gêmes (World Trade Center) em 1972.

Apesar de pegarmos um pouco de fila, a subida até o 86º andar foi rápida, acredite, e lá encontramos o mais alto observatório a céu aberto em Nova York. Uma plataforma de observação que envolve toda a circunferência do prédio, com grades e binóculos de looongo alcance e vista 360º para toda a cidade – e além.

Depois subimos para o 102º (e último) andar. Se a vista há 16 andares para baixo já era de tirar o fôlego, imagina nessa plataforma superior!? Era possível ver o Central Park todinho, o Brooklyn, New Jersey, como os cruzamentos das ruas e avenidas foram inteligentemente projetados… Incrível!

Chegamos lá à tarde e ficamos até o sol se pôr. Além do espetáculo natural no céu, também acompanhamos as luzes da cidade se acendendo… A lembrança ainda me arrepia… Foi demais!

Empire State Building: 350 Fifth Avenue at 34th St, Nova York
Aberto todos os dias (inclusive feriados), das 8h00 às 2h00
Main Deck + Top Deck (86º e 102º andares): US$52

NYC – Let’s begin…

Então ta, vamos começar! Depois de passar 20 dias em Nova York eu tenho tantas, mas tantas (!!!), coisas para mostrar aqui que é até bom eu já avisar que serão muitos posts da Big Apple. Mostrarei os pontos turísticos, museus e bairros que visitei, mas vou intercalando com os posts de cotidiano e eventos atuais, assim não fica cansativo… né?

Ta bom então, começando com aquele resumão de fotos das coisas que observei pelas ruas. Publicidade em todos os cantos, luminosos, graffiti, carrinhos de comida, patriotismo, caminhões de sorvete, prédios novos, prédios antigos… Aparecerão muito por aqui!

Foram muitas coisas e muuuitos registros, a seleção de fotos por post não está nada fácil de fazer, mas eu espero que gostem e aguardem que logo vem mais. Ta bom? Então ta então. :P

Novidadinhas

Oi pessoal, estou um pouco ausente por aqui, né? Acontece que eu tenho duas novidades \o/

Uma é que estou passando uns dias em Nova York (essa talvez não seja mais uma novidade porque já postei algumas coisinhas do Intagram, hihi), estou aqui há uma semana e é impossível não amar essa cidade em que tudo funciona perfeitamente! Tem tanta coisa para ver e fazer que mal lembro das redes sociais :/ hahahaha

A outra é que estou participando do We Love Fashion Blogs 3. YEEESSSS!! Sou uma das 100 selecionadas e logo começarão os desafios para chegar até a etapa final, uhul! Não sei porque não tentei participar nas edições anteriores e nesta inscrevi o blog sem muita confiança (sim, eu confesso, estamos bem devagar por aqui…), mas ontem recebi o email de que fomos selecionados e só de estar entre as 100 blogueiras eu já fico muito feliz :D

Ou seja, em breve teremos muitos posts com fotos da Big Apple e os posts com os desafios do concurso. Conto com o apoio, carinho e paciência de todos pra que o Da janela do Fusca continue sendo um blog legal e digno dos leitores (:

Santiago – Restaurante Giratorio e fast food

Nos falaram muito sobre o restaurante Giratorio antes da viagem, então não pudemos deixar de conhecer e reservamos para um horário em que fosse possível ver o céu ainda claro enquanto aproveitávamos o couvert. A recepção do restaurante fica no 16º andar do prédio e o dois acima são os salões. Ficamos no 18º andar  e, de um modo geral, posso dizer que o atendimento e a comida são muito bons, a decoração é bem simples e enquanto comemos o chão gira (bem devagar) para que possamos apreciar a vista panorâmica da cidade linda que é Santiago (média de R$ 150,00 o jantar para duas pessoas).

O Giratorio foi nosso único restaurante “fino” por lá, mas isso não quer dizer que comemos mal… Quando vi Dunkin’ Donuts (que tem aos montes) surtei de alegria! Comi muitas rosquinhas e me ~empanturrei~ principalmente do Donut Arcoiris (como eles chamam o donut de glacê de morango com granulados coloridos), também experimentamos os sanduíches e wraps e, hmmm, muito bons! Outra maravilha foi descobrir que tem Taco Bell, fast food tex-mex, também com um preço legal e delícia (média de R$ 7,00 o combo de burrito).

Comemos no restaurante Mamut, no Red Bar e em vários outros, mas o nossos favoritos foram os restaurantes da rede Dominó, para nós foi o melhor custo/benefício (média de R$ 6,00 o lanche com salsicha viena), lanches grandes e com ótimas opções de sabores. Fomos em dois, mas haviam vários, muito mais do que Mc Donald’s por aqui.

♥ fast food

Cordilheiras, Valle Nevado e Farellones

Queríamos muito visitar Valle Nevado, pedi ajuda para muitas pessoas e as dicas da Narda (Hi-Lo Blog) me salvaram! Eu e o Psy fomos até a SkiTotal logo no primeiro dia para ver quais os passeios, os preços e tirar dúvidas. Foi tudo mais fácil do que o esperado e já agendamos o nosso tour.

Optamos pelo Tour Visit the Andes que inclui conhecer as Cordilheiras, Valle Nevado e por fim Farellones, tudo em um dia por aproximadamente R$ 100,00 cada e pegamos uma promoção de aluguel de calça, botas e luvas por R$ 32,00 (normalmente só a luva sai por esse valor). Também inclui serviço de leva/traz, nos buscando e posteriormente nos deixando em nosso hotel.

Depois de uma noite mal dormida de tanta ansiedade, afinal “vou ver neveee!!”, um ônibus nos buscou às 8h30 e fomos para a loja alugar a roupa e aguardar os outros turistas. Saímos às 9h e o guia foi explicando os detalhes sobre a viagem e curiosidades sobre o Chile e as cordilheiras. No caminho fizemos duas paradas, a primeira em uma lojinha para quem quisesse comprar algo, especialmente água e chiclete (por causa da altitude) e alugar skibunda para brincar na neve; e a segunda em um mirante com vista panorâmica das montanhas onde tinha uma barraquinha com artesanato local. Depois de duas horas e muitas curvas chegamos a 3 mil metros do nível do mar!

Valle Nevado é um centro de esqui que fica a 43 quilômetros da cidade de Santiago e foi criado em 1988 por empresários franceses seguindo o padrão dos melhores resorts de esportes de inverno da Europa. Atualmente é o maior centro de esportes relacionados à neve no hemisfério sul e um dos hotéis mais procurados de junho a outubro. Ficamos lá por meia hora, admirando a paisagem e passando frio (era impossível ficar sem luvas).

Descemos então para uma montanha, onde passamos uma hora e meia brincando na neve. Foi incrível! Fizemos um boneco e descobrimos como é difícil manusear a neve, não acreditem nos desenhos animados! E guerra de bolinhas de neve machuca sim! hahaha foi uma ótima experiência ;D

Depois descemos para Farellones, uma vila que fica entre três estações de esqui (Valle Nevado, La Parva e El Colorado), e almoçamos no Hotel Farellones. O lugar é bacana, mas a comida é cara e péssima. Juro que nem meu arroz é tão ruim quanto o de lá :/ um PF  sai em média R$ 40,00, imagina… A Narda me alertou sobre isso, mas acabamos comendo os “suprimentos” no caminho e precisávamos almoçar, afinal já era 15h30. Conhecemos a região e partimos de volta para Santiago. Paramos na SkiTotal para devolver as roupas e ganhamos alguns mimos antes de ir para o hotel.

O post ficou longo, mas espero que todas as informações sejam úteis (se não todas, a maioria. hehe). Eu repetiria o passeio – sem a parte do almoço, claro – talvez um reencontro com o Pierre (nosso boneco)… hahahah! Brincadeiras a parte, foi muito legal e adoraria ver neve novamente.

Cerro Santa Lucía e Cerro San Cristóbal

A região central da cidade de Santiago possui alguns morros chamados pelos chilenos de cerros. Em uma tarde fomos andando até o Cerro Santa Lucía, afinal eram “só algumas quadras” de onde estávamos hospedados… Acontece que, na verdade, já era fim de tarde, estávamos cansados e entramos pela parte de trás do cerro… tudo errado! Por causa do horário não pudemos subir até o topo, que fica a 69m do chão e a 629m acima do nível do mar. Ok ok, fica aí a lição e algumas fotos do que deu…

Outro dia fomos para o Cerro San Cristóbal, dessa vez na parte da manhã para aproveitar bem! O cerro fica no Parque Metropolitano, o maior parque urbano de Santiago e um dos maiores do mundo, que possui diversas atrações, como feirinha artesanal e Zoológico.

É possível subir a pé, de bicicleta e de carro (até uma parte), mas o principal meio de transporte utilizado para tal é o funicular, que custa cerca de R$ 8,00 ida + volta. Ele parte da Estación Pio Nono e tem parada na Estación Zoologico (entrada para o zoológico – possui outro preço). Chegando na Estación Cumbre  encontramos uma praça com lojas, cães (o Psy fez amizade com muitos por lá) e um grande mirante que proporciona uma visão panorâmica da cidade de Santiago com a Cordilheira dos Andes ao fundo.

Subindo algumas escadas chegamos ao Santuario de la Inmaculada Concepción del Cerro San Cristóbal, considerado um dos principais templos da igreja católica do Chile, com um grande altar onde são celebradas missas e arquibancadas ao ar livre para o público. Também tem uma capela de pedra onde são realizadas outras missas e celebrações. Lá no alto avistamos a imagem da Virgem Imaculada Conceição, padroeira da cidade e subimos até o seu pedestal de 8,5m. A imagem foi fabricada em Paris no ano de 1908, possui 14m de altura e está a 863m do nível do mar.

Uma pena não completarmos a missão no Santa Lucía, mas ainda bem que  compensamos em San Cristóbal e, apesar da camada de poluição, a vista é linda e o passeio é super válido!

Cerro Santa Lucía: Avenida Libertador General Bernardo O’Higgins, s/nº
Cerro San Cristóbal: Parque Metropolitano de Santiago – Pio Nono, 450