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Casa Air Max

Para comemorar os 30 anos de um dos maiores ícones da cultura sneaker, a Nike inaugurou na Avenida Paulista (São Paulo – SP) a Casa Air Max, onde promove diversos eventos ao público no mês de março, com uma série de experiências numa mistura de música e cultura urbana.

Como disse Tim Stuijfzand, Diretor de Marketing da Nike do Brasil: “a Casa Air Max vai funcionar como uma tela para expressar a cultura urbana nos mais variados sentidos: esporte, música, comportamento, estilo e sneakers, claro. Vai ser uma oportunidade de redefinir, revolucionar e expressar a cultura jovem de uma maneira colaborativa, corajosa e disruptiva”.

Durante todo o mês estão sendo lançados sneakers em edição limitada (retrô, remix e inovadores) e o “grand finale” ficará por conta do tão esperado Nike Air Vapor Max, um modelo super revolucionário para a empresa e que promete ser o novo queridinho para quem gosta de correr ;]

A casa foi toda decorada especialmente para a comemoração e em cada cômodo tem uma atividade interativa. Logo no hall de entrada vemos os últimos lançamentos expostos e um Air Max gigante pendurado no teto. No térreo tem limpeza e customização de tênis, uma área para conhecer os produtos em que você também pode comprá-los online e um espaço para criar um som e atacar de VJ. No primeiro andar tem salão de beleza com barbearia e manicure, uma exposição com os principais modelos de colecionadores e uma sala com a atividade sensorial que explora os benefícios da tecnologia Air. Um dos espaços mais disputados é sala PiraNoMeuAir 360, que faz fotos 360º, lá você pode até pegar um Air Max emprestado pra ~aparecer na estica~ hehe

Na área externa da casa tem food trucks e um palco com DJ. Lá também tem shows e encontros para sessões especiais do Nike Training Club (para participar é preciso se inscrever no site).

Casa Air Max – até 26 de março de 2017
Av. Paulista, 1811 – Bela Vista – SP
Sábado das 12h às 16h; domingo das 12h às 22h
Entrada gratuita

Catadão SPFW Inverno’15

Eu tentei desapegar, mas não consegui e acabei fazendo um ~catadão~ das coisas lindas que registrei na 38ª edição da SPFW. A principal semana de moda do hemisfério sul completa 20 aninhos e comemora falando de movimento e mudança, extensão e conexão, conceitos que marcam sua trajetória e reforçam seu papel de formentar e instigar novos olhares e reflexões no mercado.

Claro que enlouqueci com as cores assim que cheguei. Composta por quilômetros de elásticos coloridos que contornam a tenda por dentro e por fora, a cenografia desta edição ficou por conta do arquiteto Marko Brajovic e é toda composta por materiais renováveis. O tema escolhido foi Bauhaus, mas não como formas retas e design industrial e sim como corpo, espaço e movimento, coreografia e vestuário. A inspiração veio da peça “Triadisches Ballett”, do figurinista e coreógrafo Oskar Schlemmer, desenvolvida na Bauhaus em 1923. “A peça estuda o corpo, os movimentos e as formas geométricas. É um trabalho de uma contemporaneidade assustadora”, explica Marko.

Assisti apenas dois desfiles, o primeiro foi do Ronaldo Fraga, que teve como tema “Cidade Sonâmbula (Cidades que nunca dormem – mas também não acordam)” com muito vermelho, preto e branco e estampas incríveis de prédios, linhas e rostos. A beleza foi o que causou mais alvoroço, todas as modelos estavam com o corpo pintado de vermelho e com olhos desenhados na testa. Lindo e perturbador!

O segundo desfile que assisti foi o de Lino Villaventura, um pouco de rústico e muito de “homeless chic” em saias, vestidos e sobretudos de veludo, musseline de seda e tricô artesanal. Tudo em shapes confortáveis acompanhados de turbantes simples e olhos bem contornados.

Uma das coisas mais gostosas da SPFW (e que eu já falei muitas vezes por aqui) é reencontrar pessoas queridas pelos corredores e colocar o papo em dia. Desta vez podíamos conversar e saborear algumas delicinhas dos food trucks que estavam por lá ;]