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Cerro Santa Lucía e Cerro San Cristóbal

A região central da cidade de Santiago possui alguns morros chamados pelos chilenos de cerros. Em uma tarde fomos andando até o Cerro Santa Lucía, afinal eram “só algumas quadras” de onde estávamos hospedados… Acontece que, na verdade, já era fim de tarde, estávamos cansados e entramos pela parte de trás do cerro… tudo errado! Por causa do horário não pudemos subir até o topo, que fica a 69m do chão e a 629m acima do nível do mar. Ok ok, fica aí a lição e algumas fotos do que deu…

Outro dia fomos para o Cerro San Cristóbal, dessa vez na parte da manhã para aproveitar bem! O cerro fica no Parque Metropolitano, o maior parque urbano de Santiago e um dos maiores do mundo, que possui diversas atrações, como feirinha artesanal e Zoológico.

É possível subir a pé, de bicicleta e de carro (até uma parte), mas o principal meio de transporte utilizado para tal é o funicular, que custa cerca de R$ 8,00 ida + volta. Ele parte da Estación Pio Nono e tem parada na Estación Zoologico (entrada para o zoológico – possui outro preço). Chegando na Estación Cumbre  encontramos uma praça com lojas, cães (o Psy fez amizade com muitos por lá) e um grande mirante que proporciona uma visão panorâmica da cidade de Santiago com a Cordilheira dos Andes ao fundo.

Subindo algumas escadas chegamos ao Santuario de la Inmaculada Concepción del Cerro San Cristóbal, considerado um dos principais templos da igreja católica do Chile, com um grande altar onde são celebradas missas e arquibancadas ao ar livre para o público. Também tem uma capela de pedra onde são realizadas outras missas e celebrações. Lá no alto avistamos a imagem da Virgem Imaculada Conceição, padroeira da cidade e subimos até o seu pedestal de 8,5m. A imagem foi fabricada em Paris no ano de 1908, possui 14m de altura e está a 863m do nível do mar.

Uma pena não completarmos a missão no Santa Lucía, mas ainda bem que  compensamos em San Cristóbal e, apesar da camada de poluição, a vista é linda e o passeio é super válido!

Cerro Santa Lucía: Avenida Libertador General Bernardo O’Higgins, s/nº
Cerro San Cristóbal: Parque Metropolitano de Santiago – Pio Nono, 450

Santiago – Centro e região

Foram dias nublados e dias ensolarados em Santiago, mas a temperatura sempre baixa e numa tarde até chegou a garoar. Ficamos hospedados no Hotel Fundador, que fica em uma rua super lindinha do centro e como era bem próximo de uma estação de metrô acabamos não usando outro meio de transporte por lá. O metrô é bom, tem muitas estações e preço acessível (média de R$ 2,75).

Passeamos bastante pelo Centro, mas os principais prédios históricos, praças e catedrais estavam em reforma, então não deu para fazer muitas fotos nesses pontos turísticos. Toda a cidade estava bem enfeitada com bandeirinhas, cores e objetos típicos do país para as Fiestas Patrias, que acontecem em Setembro, mês em que celebram a independência do país e outras datas históricas.

Também conhecemos outros bairros, como o Bellavista que tem como melhor definição “a Vila Madalena de Santiago”, lá tem muitos bares e restaurantes e as ruas são lindas! Também passeamos por Providencia e Las Condes, visitamos os shoppings e algumas lojinhas de rua (depois eu conto sobre as compras).

¡Hola Chile!

Oba! Finalmente os posts sobre nossa viagem para Santiago no Chile vão começar, uhul! A verdade é que eu quero mostrar e contar coisas demais por aqui, daí me enrolei e acabei demorando…

Vou começar com algumas fotos randômicas e o look do nosso primeiro dia lá. Durante a tarde fazia uns 15ºC, mas estava sol, então até começar a escurecer conseguimos aguentar (à noite caía para 8ºC e amanhecia com 4ºC ±).

  • blusa Renner
  • saia Pernambucanas
  • meia-calça Lolypop
  • tênis New Balance

E aguardem que ainda teremos muito mais posts sobre Santiago ;*

Vila Jaguaribe – Campos do Jordão

Outro bairro que passeamos algumas vezes foi o Vila Jaguaribe, lugar cheio de praças com lindas árvores avermelhadas – coisa mais linda do outono/inverno ♥ – e fábricas de chocolate (opa, assunto para outro post) hmm…

Lá fica o museu Casa da Xilogravura que possui obras de mais de 400 artistas expostas, além de um atelier, oficina de tipografia e biblioteca especializada, mas nada pode ser fotografado, então não será pauta por aqui :/

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  • camiseta Sheinside
  • jaqueta e mochila Renner
  • legging American Apparel
  • bota Bottero (C&A)
  • óculos Endossa
  • batom Lady Danger – MAC

Teleférico e Morro do Elefante – Campos do Jordão

Para ver toda a cidade de Campos do Jordão “basta” subir o Morro do Elefante… Como? De carro ou de teleférico. Claro que fomos com a segunda opção ;D

A montanha alcança uma altitude de 1.800 metros acima do nível do mar. O nome foi dado devido seu formato, que de longe se assemelha ao contorno de um elefante.

O teleférico fica no Parque de Capivari (na Vila Capivari) e custa R$11,00 (pelo menos no dia em que fomos). Pegamos uma fila grande, mas até que andou rápido – fomos avisados que nos finais de semana enche bastante – e não lembrei de calcular o tempo que leva cada trecho, mas não é muito.

No alto do morro o tempo de permanência é ilimitado. Tem um restaurante e um mirante com algumas barraquinhas vendendo toucas, cachecóis, lembrancinhas… e uma barraca em que você pode alugar cocares para fotografar *-* eu não resisti e peguei logo dois de uma vez hehe (um deles era grande demais pra mim).

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Acho que estou pegando gosto pelas alturas hehe

  • vestido Meus 3 pontos (Endossa)
  • casaco e mochila Renner
  • bota Bottero (C&A)
  • chapéu Zara

Estação Emilio Ribas – Campos do Jordão

A Estação Emilio Ribas foi inaugurada em 1924 e fica na Vila Capivari, à 4 Km da antiga Estação Terminal Abernéssia – vila em que ficava o centro comercial de Campos do Jordão.

Os doutores Emilio Ribas e Victor Godinho eram médicos sanitaristas e abriram a ferrovia em 1914, a partir de Pindamonhangaba, para o transporte de doentes respiratórios para o hospital em Campos. Depois de passar por problemas financeiros, o Governo a assumiu como do Estado. Em 1980 passou a ser uma ferrovia apenas de turismo.

A estação é o ponto inicial e final do Bondinho Urbano que percorre as vilas jordanenses de Capivari, Jaguaribe e Abernéssia. Pela estrada de ferro também tem o passeio que vai até Pindamonhangaba, passando por Santo Antônio do Pinhal e Serra da Mantiqueira (nós não fizemos esses passeios, mas eu sei que custam cerca de R$10 o primeiro e R$30 o segundo).

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Vila Capivari – Campos do Jordão

A Vila Capivari é um bairro nobre da região central de Campos do Jordão, em que se concentra o pólo turístico da cidade. As construções em estilo colonial e a pureza do clima de montanha são bastante evidentes por lá.

No inverno acontecem vários eventos especiais e a cidade fica cheia de turistas para ver o mix de atrações culturais, com música, gastronomia, apresentações na Praça Central… Tem muitos hotéis, restaurantes e bares lindos (e caros) e lojas especializadas em malhas, chocolates, couro, decoração, artesanato e souvenirs…

No Parque de Capivari tem uma espécie de feirinha, o teleférico – que nos leva ao Morro do Elefante (assunto para outro post) – e os trenzinhos que passeiam pela cidade. Também fica a estação Emilio Ribas, ponto final do Bondinho Urbano e da Estrada de Ferro (também será assunto de outro post).

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Campos do Jordão

Há uns dias fui com o Psy passar um tempo em Campos do Jordão, na casa dos nossos queridos e talentosos amigos Rapha e Sheila. A hospedagem e as companhias não poderiam ser melhor, passeamos muito e já estamos com saudades! Farei muitos posts, pois são muuuitas fotos hihi, que eu publicarei aos poucos. Espero que gostem (:

Bem, em homenagem (?) ao Inverno que chegou dia 21, começarei com um post geral sobre Campos do Jordão. A cidade é conhecida como a ~Suíça Brasileira~ por sua arquitetura baseada em construções europeias e pelo seu clima mais frio que a média nacional (ela tem 1.628 metros de altitude, por isso  é considerada a mais alta e a mais fria do país).

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Nos próximos posts contarei sobre os lugares que visitamos ;*

Edifício Martinelli

Para deixar um legado permanente de seu trabalho, o Comendador Giuseppe Martinelli (italiano, dono de uma empresa de navegação) decidiu erguer na cidade de São Paulo o mais alto arranha-céu da América do Sul. Em 1924 iniciou a construção do prédio de 12 andares, projetado com ajuda do arquiteto húngaro William Fillinger, em um grande terreno da então área mais nobre da capital. Assim surgiu o Edifício Martinelli.

Durante a construção foram “acrescentando” mais andares e em 1928 chegou a 20. Nessa época o próprio Comendador já havia assumido o projeto e também trabalhava como pedreiro. Quando o prédio atingiu 24 andares foi embargado, por não ter licença e desrespeitar as leis municipais – ultrapassava o limite de altura dos prédios na cidade. Depois que essa questão foi resolvida, uma comissão técnica garantiu que o prédio era seguro e limitou sua altura a 25 andares, mas o objetivo de Martinelli era chegar aos 30 e o fez construindo sua nova residência, com cinco andares, no topo do prédio.

O edíficio e seu dono passaram por maus bocados no decorrer de sua construção e Martinelli teve que entregar ao governo da Itália em troca de uma dívida, mas, durante a guerra, o Brasil confiscou o patrimônio. Passado alguns anos ficou abandonado e se tornou um grande cortiço, mas em 1975 foi desapropriado pela prefeitura e completamente reformado. Reinaugurado em 1979, hoje abriga secretarias municipais, empresas particulares e estabelecimentos comerciais na parte térrea.

A “Casa do Comendador” é a réplica de uma villa italiana, e do seu terraço maravilhoso temos uma visão panorâmica da cidade. Essa visita foi menos concorrida que a do Banespa. Existe uma portaria exclusiva para os visitantes do terraço (chegamos, preenchemos nossos dados e entramos no elevador – direto para o 26º andar), como o espaço é grande não há restrição ao número de pessoas (tinha umas 15 com a gente), a visita é monitorada e o tempo de permanência dura de 15 a 20 minutos.

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  • regata Riachuelo
  • calça Marisa
  • tênis Vans
  • echarpe comprado em Bs As
  • óculos Ray-Ban

Edifício Martinelli: Av. São João, 35 – Centro – Próx. Metrô São Bento
Seg. à sex., das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30; sáb. das 10h às 13h00
Entrada gratuita e não precisa agendar (exceto grupos grandes)

Banespão

Depois de uns sete anos eu finalmente voltei ao Edifício Banespa, o “Banespão”, e vim contar e mostrar pra vocês como foi. Eu e o Psy fomos numa quinta à tarde e estava bastante movimentado, esperamos entre 20 e 30 minutos na fila – já ouvi dizer que as vezes demora mais de uma hora, acho que demos sorte…

O edifício foi inaugurado em 1947, para sediar o Banco do Estado de São Paulo (Banespa), e na verdade se chama Edifício Altino Arantes – homenagem ao primeiro presidente do banco. Com seus 35 andares, já foi o edifício mais alto do Brasil, mas desde a década de 60 ele “perde” para o Mirante do Vale, que tem 51 andares e, por ficar em um vale (do Anhangabaú), não parece ser tão alto. Atualmente o Banespão é o 3º edifício mais alto da cidade e o 5º do país.

Claro que a vista geral de São Paulo é o que todos querem apreciar, mas há outras atrações no edifício. O saguão tem paredes altas de mármore e o piso com brasões de bronze, um enorme painel com pintura de pessoas trabalhando e um lustre maravilhoso de 13 metros, feito com 10mil pingentes de cristal. Depois de subir um elevador até 26º andar, outro até o 32º e dois lances de escada, esperamos novamente em uma salinha com fotos e notícias antigas sobre o Edifício Banespa.

Mais um lance de escada e chegamos ao topo do prédio: a torre! A visita é monitorada e “lá em cima” só podem ir 6 pesoas de cada vez (o espaço é pequeno mesmo) e o tempo de permanência é de 5 minutos. Parece pouco, mas da para ver tudo, fotografar e bagunçar a cabeleira com o vento ;D

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Banespão (Edifício Altino Arantes): Rua João Brícola, 24 – Centro
Próx. Metrô São Bento –  De seg. à sex., das 10h às 15h
Entrada gratuita e não precisa agendar

Também visitamos o terraço do Edifício Martinelli, logo logo posto aqui ;*