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A Era dos Games

Aqui nesse blog videogame é coisa séria! Seja arte ou esporte, seja profissional ou lazer, eu e o Psy adoramos tudo o que envolve esse tema e fomos muito animados conferir a exposição A Era dos Games que está no Pavilhão da Bienal aqui em São Paulo.

Com jogos de realidade virtual, Rockband Show, pista de dança virtual, fliperamas e museu de objetos clássicos, a exposição começou em 2002 no museu Barbican, em Londres e já esteve em 25 países. Em 2010, passou por uma reformulação para acompanhar os lançamentos e tendências do setor e agora está aqui no Brasil apresentando a história e a evolução dos jogos.

São 60 anos de história representados em 14 áreas temáticas: Primeiros jogos e consoles, Gêneros, Games Mundiais, Mídias, Consoles, para Crianças, Personagens, Independentes, Revista, Multiplayer, Futuros, Simulação, Making Of e Arcades-Fliperama. Em cada uma delas é possível jogar e, assim, testar um total de 150 títulos de diferentes plataformas, desde os mais antigos, como Space Invaders em um original Arcade, até Zelda no novo favorito Nintendo Switch.

Em 2011 rolou uma exposição parecida no MIS, a Game On, mas de lá pra cá muita coisa mudou e vale muito a pena visitar A Era dos Games para conhecer as novidades – e matar a saudade ;)

A Era dos Games – até 12 de novembro
Bienal – Pq. Ibirapuera: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 3 – 3º pavimento
Ter. à domingo das 11h às 20h; às quartas das 9h30 às 18h30 – R$ 20,00

FILE 2017 – O borbulhar de universos

Ao entrar na galeria de arte demos de cara com enormes bolhas de sabão passeando pelo ambiente e feitas por sons de três buzinas. É a Black Hole Horizon, primeira obra que vemos na 18ª edição do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) e que transforma o som em objetos tridimensionais mantendo o espaço em constante transformação.

Este ano o FILE tem como tema “O borbulhar de universos” e convida os visitantes a experimentar e refletir sobre novos e antigos conceitos, não apenas com os olhos, mas com todos os sentidos, em universos borbulhando em cores, sons e texturas. São 360 obras, produzidos por 339 artistas estrangeiros e 18 brasileiros, entre elas estão instalações interativas, jogos eletrônicos, animações, projeções, gifs, vídeos e sonoridades eletrônicas.

Uma das que mais chamam atenção e forma fila para experimentar é a Physical Mind, que explora realmente a relação entre o físico e o mental do participante. A pessoa deita entre dois objetos infláveis, é erguida e comprimida suavemente entre as curvas dos dois objetos, assim a obra explora a dualidade entre o desconforto e estresse gerado pela instabilidade inicial e o conforto e sensação de acolhimento provocado pelo contato com os infláveis.

Com tantas redes e tantas informações, estamos todos envolvidos em um fluxo incessante de conceitos, imagens, opiniões e desejos. Estamos inflando e a qualquer momento podemos explodir. Estamos borbulhando! Os mundos e tendências são infinitos, o universo ficou pequeno diante do multiverso. É o borbulhar de universos. Aproveite, o FILE sempre vale a visita ;]

FILE 2017 – até 03/09
Centro Cultural FIESP: Av. Paulista, 1313
Todos os dias, das 10h às 20h – Entrada gratuita

FILE 2016

Não é a primeira vez (nem será a última!) que eu falo do FILE aqui no blog. O Festival Internacional de Linguagem Eletrônica está cada vez mais incrível, a chamada dessa edição é “venha passar do limite”, como um convite para “destrancar a porta dos sentidos”.

Uma mistura de arte eletrônica com arte contemporânea que driblam os limites estéticos e combinam o espaço real com o espaço virtual, no design, no game, na animação e na arte. A interação e contemplação das obras ampliam nossa mente e fazem com que nossa imaginação vá além de seu limite. Demais!

Enquanto visitei a exposição pude constar que as instalações mais concorridas são a The Indivisible [Prototype nº 1], um mural digital super colorido que todos querem fotografar, e a Tape São Paulo, uma espécie de túnel em formato orgânico feito com fitas adesivas em que o público pode passear por dentro dele, mas eu não consegui ir porque fechou antes, então só fotografei por fora ):

FILE 2016 – até 28/08
Centro Cultural FIESP: Av. Paulista, 1313
Todos os dias, das 10h às 20h – Entrada gratuita

FILE 2013

Por motivos de muito trabalho (isso não é uma reclamação) tenho andado ausente por aqui e pela blogosfera em geral, mas voltei com um post que não poderia faltar: FILE 2013 !

Sim, o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica chegou à sua 14ª edição e já  está acontecendo em São Paulo. Sempre representando conexões entre a arte e a tecnologia, o FILE SP 2013 tem uma grande variedade de obras: instalações interativas, animações, games, aplicativos para tablet, experiências sonoras, videoarte, entre outros.

Como já é de praxe por aqui, vim mostrar algumas instalações que estão na expo. E quem puder vá conferir de pertinho que sempre vale a pena ;]

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FILE 2013 – até 1/09
Centro Cultural FIESP: Av. Paulista, 1313
Seg. 11h às 20h; ter. à sáb. 10h às 20h; dom. 10h às 19h – Entrada gratuita

FILE 2012

Sim, chegou aquela época do ano que São Paulo recebe a FILE (Feira Internacional de Linguagem Eletrônica), que já está em sua 13ª edição e nos traz a boa e velha mistura de arte com tecnologia e tecnologia com arte. Todo ano eu vou e esse não seria diferente…

A expo mantém seu propósito de fazer “arte pública”, para que todos tenham acesso à arte eletrônica/digital no seu cotidiano. São instalações interativas e contemplativas, jogos, vídeos, simpósios e workshops, entre outras coisas.

Eu já fui conferir tudo de perto, interagir, apreciar e, dessa vez, até ler mangá. Pra quem não pode ir, fica aqui alguns registros… claro que não é a mesma coisa, mas espero que gostem (:

FILE 2012 – até 19/08
Galeria do SESI – Centro Cultural FIESP: Av. Paulista, 1313
Seg. 11h às 20h; ter. à sáb. 10h às 20h; dom. 10h às 19h – Entrada gratuita

Rumos Arte Cibernética

Outra exposição de arte interativa que está rolando em São Paulo é a Rumos Arte Cibernética, que vem incentivando pesquisas e produção em arte e tecnologia no Brasil.

Podemos jogar Campo Minado, nos escanear numa cabine, aprender uma coreografia, comandar uma pista de dança e até fazer um novo amigo (: São 10 trabalhos de artistas selecionados nas edições 2006 e 2009 do programa Rumos, nas quais o público e o objeto interagem causando certa influencia no comportamento do espectador e/ou da obra.

Fotos: Marilia Sestari

Rumos Arte Cibernética – até 4/09
Itaú Cultural: Avenida Paulista, 149
Ter. à sex. 9h às 20h; sáb., dom. e feriado 11h às 20h – Entrada gratuita

The Creators Project 2011

Este ano o evento The Creators Project aconteceu no Pavilhão da Bienal, no último final de semana (com shows de abertura do DJ Dubstrong, Database e Chairlift na sexta-feira à noite, dia 29/08) e trouxe obras interativas, filmes, tecnologia, palestras e grandes talentos da arte e da música.

As instalações estavam abertas ao público nos dias 30 e 31 (sábado e domingo), não eram muitas, mas todas muito legais. Room With A View (United Visual Artists), Natures (Quayola), Piso (Rejani Cantoni e Leonardo Crescenti), Deep Screen (Muti Randolph), Sonográfico (BijaRi) e, o que eu mais queria ver, Life On Mars Revisited (David Bowie, Mick Rock e Barney Clay).

Sábado à noite teve uma sessão de curtas, eu e muitas outras pessoas matamos a ansiedade de assistir Scenes From The Suburbs (Spike Jonze e Arcade Fire) e aproveitamos para ver Logorama (H5), Neomorphus (Animatorio) e 4 (Edouard Salier).

No domingo foi a vez do workshop sobre produção musical com K-Salaam & Beatnick e, para encerrar, à noite rolou a festa de lançamento do álbum Doozicabraba e a Revolução Silenciosa do Emicida, com DJ set do Tom Vek com performance visual de Saam Farahmand, show do DJ Zegon (N.A.S.A.), do próprio Emicida com vários convidados e K-Salaam & Beatnick.

Fotos: Marilia Sestari e Bruna Ramon

O Mundo Mágico de Escher

Um dos passeios do feriadão (é, to atrasada) foi ao CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) para visitar a exposição O Mundo Mágico de Escher, que conta com obras interativas e 95 obras reais do artista, além de um filme em 3D e uma apresentação animada de alguns de seus desenhos.

Famoso por criar impressionantes obras com efeitos de ilusão de ótica, o artista holandês Maurits Cornelis Escher (1898 – 1972) explora em suas obras truques de sombras, profundidade geométrica e ilusões visuais com uma incrível qualidade técnica e estética.

Para deixar a mostra um pouco mais lúdica e permitir que o público experimente a sensação de estar nas obras de Escher, o curador Pieter Tjabbes e os artistas Marcos Muzi e Luís Felipe Abbuti recriaram algumas de forma interativa.  O quebra-cabeça gigante, que trabalha o claro e o escuro causando certa ilusão, se encontra logo na entrada do CCBB. Nos demais andares encontramos a Sala do Periscópio, com o poço infinito, e a Sala do Impossível, onde uma das janelas mostra tudo em ordem, enquanto na outra os objetos aparecem flutuando.

Não era permitido fotografar todas as obras e é difícil descrever, então quem puder visitar a expo, vá! Recomendo (:

Fotos: Marilia Sestari

O Mundo Mágico de Escher: CCBB-SP – Até 17/07.
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – SP

Novos iPods

Quem viu as últimas novidades da Apple?

iPod Shuffle

iPod Nano

iPod Touch

Adorei o novo design de todos e to chorando sangue de tanto desejo.

Vocês podem conferir vídeos explicativos sobre cada um no site da Apple.

Sessão interativa na capital paulista

O The Creators Project foi lançado esse ano pela revista Vice em parceria com a Intel na iniciativa de “ser a primeira faísca de criatividade a dar vida aos sonhos e aspirações do século 21”, unindo pessoas que tenham em comum a paixão pela criatividade e tecnologia.

Assim reuniram manifestações inovadoras nas artes, design, cinema, arquitetura, moda e música com uma série de exposições e apresentações que começaram no mês de junho e ocorrerão até setembro em diferentes centros urbanos pelo mundo: Nova York (abertura), Londres, São Paulo, Seul e Pequim (três dias de evento e fechamento).

O evento se dedica a celebrar a criatividade e a cultura entre os meios de comunicação ao redor do mundo e possui exposição de arte e instalações, filmes independentes, debates e performances com mais de 80 grandes criadores de diversos países.

Tubo – Muti Randolph (única foto e tirada com cel)

Em São Paulo aconteceu no dia 14 de agosto, na Galeria Baró/Emma Thomas.

Esse ano ocorreu a 11ª edição do FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica), no Centro Cultural Fiesp, de 27 de julho a 29 de agosto.

A exposição é gratuita e conhecida pela mistura de arte e tecnologia, com instalações interativas, jogos, vídeos, trabalhos de internet, performances e workshops. A proposta do festival é fazer uma “arte pública”, de forma que esteja presente no cotidiano das pessoas e todos tenham acesso a arte eletrônica/digital.

Aproveitando a região da Av. Paulista (onde fica o Centro Cultural Fiesp) o FILE se expandiu e instalou outras obras interativas em três estações de metrô, em duas megastores e em dois museus, além de um ônibus que irá circular pelos dois sentidos da grande avenida.

No Itaú Cultural, de 1 de julho a 5 de setembro, acontece a 5ª edição da Bienal de Arte e Tecnologia – Emoção Art.ficial 5.0.

Perfeito para quem busca diversão, interação ou reflexão, seja adulto, criança, leigo ou especialista, pois os organizadores defendem que as obras não precisam ser entendidas, apenas precisam surpreender, provocar e emocionar.

As obras tem autonomia cibernética, agindo como se tivessem vida própria a partir da interação entre homem e máquina e até entre máquina e máquina.

Também tem o simpósio internacional, para discussões entre pensadores de diversas áreas.

 
(nos sites dos eventos – link no nome – vocês podem conferir imagens e descrição das obras)