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Statue of Liberty + September 11 Memorial

Os pontos turísticos são aquele cliché, sempre muito concorridos e cheios e, pra mim, emocionantes! Dois deles vou mostrar neste post.

A Estátua da Liberdade, que na verdade se chama A Liberdade Iluminando o Mundo, é um monumento que comemora o centenário da assinatura da Declaração da Independência dos Estados Unidos. Foi um presente de Napoleão III, após os EUA vencerem uma batalha contra a Inglaterra. Inaugurado em 28 de outubro de 1886, mede 92,9m de altura total, sendo 46,9m de base e 46m de estátua.

Fomos ao Battery Park e compramos os ingressos para visitar a estátua, que fica na Ilha da Liberdade (entre NJ e NY), na entrada do Porto de Nova York – para chegar lá pegamos o Ferry Boat. Os ingressos também dão acesso ao parque nacional instalado na ilha e uma visita ao museu de Ellis Island (que não fomos por motivos de muito calor e cansaço). Mas as ilhas e os parques são lindos e quem tiver disposição pode passear bastante por eles.

O que a estátua tem de feliz, o Museu e Memorial Nacional do 11 de setembro tem de triste… Em Lower Manhattan – perto do Battery Park, no local onde ficavam as torres do World Trade Center, destruídas nos ataques de 11 de setembro de 2001, construíram um museu e um memorial para lembrar as vítimas e os envolvidos no resgate desse acontecimento tão cruel e marcante. O memorial foi inaugurado no dia 11 de setembro de 2011 e é uma corporação sem fins lucrativos.

No mesmo complexo está o One World Trade Center (mais conhecido como WTC 1), que foi concluído em 2014, possui 541,3m, 104 andares e é atualmente o edifício mais alto dos Estados Unidos e o 4º mais alto do mundo!

Onde ficavam as torres gêmeas, hoje são duas piscinas quadradas com 30m abaixo do nível da rua, cercadas por uma floresta de árvores, como uma grande praça (vista aérea). Em volta das piscinas vemos os nomes das vítimas identificadas e não tem como não associar toda aquela água com lágrimas… é lindo, mas é muito triste.

Mangueira e vestido azul

Passei o fim de semana no campo, com direito até a uma mangueira (árvore de manga) de frente para o quarto… pena que ainda estavam muito verdinhas :/

Não deu para comer manga, mas aproveitei pra respirar ar puro, pensar na vida e fazer algumas gracinhas, hihi

  • vestido Forever 21
  • tênis Adidas Originals

SPFW Inv’14 – Desfiles

Acho que nessa temporada de SPFW assisti mais desfiles do que de costume e infelizmente em alguns eu fui sem câmera (parabéns fotógafos por aguentar seus equipamentos nos ombros/costas o tempo todo, porque eu sou muito franga pra isso), mas nos que levei registrei o que pude para mostrar aqui pra vocês, inclusive backstages (:

Inspirado pelo semi-árido nordestino, o mundo dos cangaços e a arte popular cearense, Ronaldo Fraga apresentou muito couro – cru e em cores, texturizado (navalhado e resinado), além de estampas de terra rachada e tricôs de ponto largo. Com um cenário de árvores, as modelos desfilavam e se escondiam entre elas.

No desfile da Amapô também vimos muito “couro e pele”, dessa vez baseado na cultura caipira. A trilha me chamou muita atenção, não esperava aquele mix de canções sertanejas que eu só ouvia quando visitava os parentes no interior do Paraná hehehe. E no geral, tanto para as moças quanto para os rapazes: muitas jaquetas e calças!

O make da Têca por Helô Rocha foi inspirado no Art Nouveau: olhos bem marcados com glitter laranja e pigmento metalizado que iluminam o olhar. Nos looks um mix de anos 20 e anos 70 -oi? Pois sim, com estampas de releituras de algumas obras de Art Nouveau (20s) e vestidos longos com mangas largas, saias volumosas e chapéus “molinhos”, tudo bem boho (70s).

E a Melissa deixou seus tradicionais estandes super disputados e foi para passarela desfilar sua nova coleção Melissa Nation. Eu e todo mundo ficamos super curiosos e confesso que superou minhas expectativas! As modelos vestiam acessórios e sobreposições de forma exagerada, formando uma miscelânea ética e cultural de países. Telas de TV espalhadas pela passarela focavam nos pés das modelos e a trilha ficou por conta da Orquestra Voadora do Rio de Janeiro.

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Pois é, antes tarde do que mais tarde, hê. E essas são minhas impressões dos desfiles aqui mostrados, espero que gostem e aguardem, pois ainda farei mais alguns posts sobre essa edição ;]

Vila Jaguaribe – Campos do Jordão

Outro bairro que passeamos algumas vezes foi o Vila Jaguaribe, lugar cheio de praças com lindas árvores avermelhadas – coisa mais linda do outono/inverno ♥ – e fábricas de chocolate (opa, assunto para outro post) hmm…

Lá fica o museu Casa da Xilogravura que possui obras de mais de 400 artistas expostas, além de um atelier, oficina de tipografia e biblioteca especializada, mas nada pode ser fotografado, então não será pauta por aqui :/

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  • camiseta Sheinside
  • jaqueta e mochila Renner
  • legging American Apparel
  • bota Bottero (C&A)
  • óculos Endossa
  • batom Lady Danger – MAC