Japão – Kyoto I: Templos e Bambus

Kyoto é conhecida como a cidade dos samurais, foi a capital do Japão antes de Tokyo e, apesar do nosso caso de amor com Rurouni Kenshin (Samurai X – hihihi), o que mais queríamos ver lá eram as gueixas e os templos.

Começamos com a segunda opção e fomos visitar o Fushimi Inari Taisha, o templo central de Inari Ōkami (em Fushimi), conhecido por suas imagens de raposas (kitsune) e pelo longo caminho de portais vermelhos (toriis) em sequência quase infinita. O templo fica na base da montanha, também chamada Inari, e é um dos mais famosos santuários xintoístas da região.

De lá, nosso próximo destino seria a floresta de bambu, mas pegamos um “atalho” tão magnífico que precisamos adiar um pouco. Fizemos um caminho por dentro do templo Tenryū-ji, que significa “templo do dragão celestial” e é considerado o maior templo zen budista de Kyoto, está na lista de patrimônio mundial da Unesco. Não, não é pouca coisa! Apenas passeamos pelas áreas externas, mas valeu a pena pagar 500 ienes para “cortar caminho”, pois ficamos encantadas com o Sogenchi Garden, um enorme jardim com diferentes tipos de árvores, flores e um lindo lago. Como as sakuras são (e sempre serão) nosso ponto fraco, passamos algum tempo por lá até chegar nos fantásticos bambus…

Sim, FANTÁSTICOS!! Eu não pensei que fosse ficar tão boquiaberta com bambus! A floresta fica em Arashiyama e possui um bosque de bambus que formam uma espécie de túnel. O som do vento passando por eles é indescritível! Foi o encerramento perfeito para o nosso primeiro dia em Kyoto (:

♥ 京都 ♥

Casal que se veste igual

Vem chegando o dia dos namorados, então aqui vai um ~lookzinho~ de casal ♥

Curiosidade: no Japão eu vi que muitas pessoas, amigos e casais, se vestem iguais. Aqui no Brasil isso parece meio que um pesadelo, mas lá é ~cool~, eles combinam mesmo e, pessoalmente, eu até acho legal! haha

Combinando o look ou não, eu e o Psy temos alguns gostos bem similares e não é sempre que saímos “parecidos”… mas as vezes acontece, como neste dia em que os dois estavam com camiseta cinza com estampa de Dragon Ball, parte de baixo preta e jaqueta jeans, hihihi

Psy

  • jaqueta H&M
  • camiseta GU
  • Calça Renner
  • tênis New Balance

Eu

  • jaqueta Vintage
  • camiseta e bolsa GU
  • saia Forever 21
  • meia-calça Lupo
  • meia lurex Wego
  • bota Bottero

Japão – Kamakura: Kotoku-in, Daibutsu e Hase-dera

Kamakura (鎌倉市) é considerada uma cidade sagrada para os japoneses. Ela fica a 50 km de Tóquio e é conhecida principalmente pelo Daibutsu (Grande Buda), uma estátua de bronze de 13,5 metros que foi erguida em 1252. Catástrofes naturais como terremotos e tsunamis destruíram os templos que foram construídos ali, mas a estátua resistiu. Incrível demais!

Além de todo o ambiente lindo e bem arborizado, no templo Kōtoku-in também podemos contemplar a imagem do Grande Buda por dentro. A estátua é oca, é possível entrar para conhecer sua estrutura e mais detalhes de como foi feita.

De lá fomos para o templo de Hase-dera, que também é bem famoso! Ele fica um pouco escondido no alto de um morro, de onde se tem uma linda vista da cidade e da praia de Yuigaham, e por ter jardins lindos e com grande variedade de espécies, é apelidado de “Templo das Flores”.

No salão principal do templo está a estátua da Kannon de onze faces, que tem 9,18 metros de altura e é a maior estátua de madeira de Buda do Japão (e não pode ser fotografada).

Fomos em um dia de semana, pegamos o trem da linha JR Yokosuka na estação de Tokyo e descemos na estação Kamakura. Caminhamos cerca de 25 minutos até chegar ao Kotoku-in. Tem a opção de ir de ônibus, mas o percurso é lindo, então vale a caminhada!

Jaqueta rosinha

Um vestido básico com uma sandália básica e um coque de qualquer jeito…  ~Taca uma jaqueta rosinha que na correria fica tudo bem ;P

  • jaqueta Ali Express
  • vestido e bolsa Forever 21
  • sandália Mist Store
  • choker Claire’s (Japão)

Japão – Bizarrices do bem, presente e vlog

No Parque Ueno presenciamos as primeiras bizarrices do bem com japoneses. Foram coisas muito legais, mas chamo de “bizarrices” por não serem nada comuns aqui em São Paulo. O primeiro foi um homem que nos chamou e nos levou até uma árvore linda para tirar uma foto nossa PARA NÓS MESMAS! Estávamos andando e ele chegou falando um monte de coisas que não dava pra entender enquanto apontava para o cabelo rosa da minha amiga, nos puxou até uma árvore, pegou minha câmera e nos fotografou ali simplesmente porque achou que seria legal – e foi, embora a gente tenha ficado bastante assustadas até entender que ele só estava sendo legal mesmo.

A segunda foi com cachorrinhos que vieram até nós, a dona pediu desculpas por eles terem sujado minha saia, mas quem liga pra sujeira quando são cachorrinhos maravilhosos? Ficamos um tempão brincando com eles e no fim a dona nos deu um presente SIMPLESMENTE PORQUE AMAMOS OS CACHORROS DELA!!! Mais uma vez ficamos chocadas. Eu até gravei um videozinho* depois do ocorrido contando melhor como foi, porque eu precisava registrar logo de alguma forma hahaha! Mas fico triste por não ter filmado os cachorrinhos felizes :/

Curiosidades: Mesmo não entendendo nossa língua (e bem pouco de inglês), os japoneses (em geral) se esforçam muito para ajudar e dá pra ver como eles ficam contentes quando entendemos ou damos atenção, principalmente quando brincamos com seus cachorrinhos. Ao falar que somos do Brasil eles ficavam muito impressionados por causa da distância e do tempo de viagem.

*Me perdoem, eu ainda não sei ser vlogueira…

Japão – Tokyo: Parque Ueno e as sakuras

Nosso primeiro e tão aguardado passeio foi para ver as flores de cerejeira (sakuras) no Ueno Kōen (Parque Ueno). Quando chegamos e vimos tudo rosinha foi emocionante demais!! Tinha sakuras de vários tipos e cores, foi a a primeira vez que vi as vermelhas… lindas!

O parque é um dos mais populares de todo Japão, fica no distrito de Ueno do bairro de Taito, Tóquio. O acesso é super rápido, pois está bem em frente a Ueno Station. Foi fundado em 1873, abriga alguns templos budistas e grandes museus, além de um zoológico. É enorme! Possui mais de 8mil árvores e cerca de 800 árvores de cerejeira.

No dia em que fomos tinha feirinha com comidas e estava bem cheio. O sol sumiu rápido e fazia muito frio, mas passamos o dia lá contemplando as flores que tanto sonhamos ver em seu país de origem ♥ Fotografei um monte e ainda fiz um videozinho (bem amador) para mostrar o máximo aqui pra vocês. Preparados pra chuva de fotos? :D

Voltamos neste mesmo parque depois de quase 20 dias e já não tinha mais sakuras. O tempo de vida delas é muito curto e demos muita sorte de conseguir ver tudo no auge do florescimento, pois poucos dias, antes ou depois, faria toda a diferença!

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Konichiwa Nihon !

Oi sumida!

Essa é minha última semana no Japão (pois é, para quem não sabia, estou aqui!), muito triste por ter que me despedir, mas muito feliz pela experiência!

Para começar, bem, eu e mais três amigas planejamos essa viagem por muito tempo. Era um sonho em comum ver as cerejeiras florescendo e decidimos realizar juntas. Não foi fácil, muito menos barato, mas demos muuuita sorte em vários aspectos: passagem na data que queríamos com preço bom e em uma das melhores companhias aéreas, as flores estarem perfeitas (porque elas tem pouquíssimo tempo de vida), encontrar Airbnb com preço bom e ótima localização… Coisas que não tem um segredo, foi sorte/coincidência mesmo!

Sobre tudo o que vi, eu não tenho melhor palavra para descrever do que: MARAVILHOSO! Ouvimos relatos de muita gente que viajou para cá uma ou mais vezes e de pessoas que moram/moravam aqui e ainda assim fomos surpreendidas! Tudo é muito diferente do que estamos acostumados no Brasil, as pessoas, o funcionamento das coisas, cotidiano e costumes…

Quando eu voltar para o Brasil – e conseguir me acalmar (!) – vou fazer posts mais detalhados sobre as coisas lindas e legais que estou vendo por aqui. Deixo apenas algumas fotos para dar um gostinho, espero que gostem ;]

こんにちは 日本

Querida, cheguei!

Eu estava com saudades de postar lookzinho! Demorei tanto que já é Outono, hehe. Então aqui vai ~aquele clássico~ jaquetinha e meia-calça, que já podem andar diariamente juntas! :D

  • jaqueta Ali Express
  • camiseta No meu tempo era assim
  • shorts Forever 21
  • tênis Nike Air Max
  • bolsa Levantate Juana

Bom fim de semana e #piranomeuair ;P

Cabelo arco-íris

Quando se trata da cor do meu cabelo, cada novidade é um sonho realizado hahaha! Desta vez é o sonho do RAINBOW HAIR que eu conquistei e uma das coisas mais legais: sozinha! Honestamente, eu achei que seria mais difícil e até pensei que poderia dar tudo errado, mas ~com paciência~ foi até tranquilo.

A ideia era descolorir mais as pontas, mas meu cabelo não aguentou por causa das descolorações anteriores (a importância do teste de mecha!), então o jeito foi TACAR as tintas por cima do rosa desbotado mesmo…

Para fazer o arco-íris, de cima para baixo, do lado direito usei as cores Magic Pink, Sweet Cherry e Hard Banana (todas Candy Color) e do lado esquerdo Sakura Violet (Exotic Colors), Fish Bowl (Special Effects) e Lemmon (também Candy Color).

Claro que a base rosinha influencia e os tons não estão desbotando perfeitamente, então eu já aceitei que vou acabar retocando com mais frequência para (tentar) manter o coloridão – principalmente as cores das pontas :/

O corpo é a casa

Ainda sobre coisas boas que estão rolando em São Paulo este mês, no CCBB temos a exposição O corpo é a casa, do artista austríaco Erwin Wurm, que já está próxima do fim, mas não deve deixar de ser visitada.

Erwin Wurm reconfigura objetos do cotidiano, como casas, móveis, carros e roupas, em contextos inesperados, alguns engraçados e críticos em relação à sociedade contemporânea, pois além de falar sobre eles próprios, falam sobre nós, nosso físico e nosso psicológico. Para ele a casa é parte do nosso corpo, como uma pele que nos protege, assim como os demais objetos, e em suas obras estes objetos ganham vida orgânica.

Além das obras estáticas, também é possível discutir o corpo e o comportamento humano com as “Esculturas de um minuto”, que funcionam como uma perfomance não planejada. Seguindo as instruções, o público se torna uma escultura do artista durante 60 segundos. É bem divertido, mas algumas são difíceis! haha

O corpo é a casa por Erwin Wurm – Até 3 de abril
Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB): Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – SP
De quarta à segunda, das 9h às 21h – Entrada gratuita