High Line – NYC

Nem só de Times Square e Central Park vive Nova York. Uma das mais recentes atrações turísticas da Big Apple é o High Line Park, uma antiga linha de trem suspensa, construída na década de 30 e que estava abandonada, deu lugar a um parque em 2009.

Com muitos jardins, bancos para leitura e descanso, decks de observação e contemplação do Rio Hudson. Além da paisagem no horizonte, podemos ver painéis, graffitis e incríveis edifícios – novos e antigos, o parque é quase uma galeria ao ar livre. Também tem stands com comida e bebida numa área coberta que fica no meio do percurso.

O High Line fica a 8 metros de altura e atravessa 3 bairros (aproximadamente 2,5 Km): Meatpacking, West Chelsea e Hell’s Kitchen, que são pouco visitados pela maioria dos turistas… azar o deles, porque não há nada que não deva ser visitado por lá :P

The High Line: Gansevoort St. – Todos os dias das 7h às 23h. Entrada gratuita

Dumbo e Brooklyn Bridge – NYC

Em NY ficamos hospedados no Brooklyn, que é um bairro enorme! Um famoso ponto turístico de lá e que vemos muitas fotos semelhantes é o DUMBODown Under the Manhattan Bridge Overpass (algo como “Abaixo do viaduto da ponte Manhattan”) – uma vizinhança cheia de lojas lindas, onde podemos ver a Manhattan Bridge. Lá paramos para tomar um café (chocolate quente, no meu caso) antes de ir para a ponde do Brooklyn.

A Brooklyn Bridge foi inaugurada em maio de 1883, possui 1834m de extensão e 84m de altura total (41m de vão livre), é uma das três pontes que liga Manhanttan ao Brooklyn e, assim como a Williamsburg Bridge, os pedestres e ciclistas atravessam por cima e veículos por baixo, mas não há linha de metrô que passa por ela.

Nosso objetivo era atravessar a ponte, mas estava muito frio, chuviscando e aquele vento de cortar o rosto, sabe? Então acabamos andando só um pedaço e voltando para o Brooklyn Bridge Park, de onde avistamos Manhattan do outro lado do East River (olha ali o One World Trade Center!). Tomamos sorvete na Ice Cram Factory (vanilla e chocochip são maravilhosos!) esperamos a garoa diminuir e fomos embora.

Infelizmente o clima não colaborou para explorarmos mais a região… Espero um dia voltar quando estiver sol ;D

Sim, ainda tem mais coisas da viagem para postar… Desculpem a demora, juro que tentarei ser mais breve.

Hoboken e Carlo’s Bake Shop

Passamos um dia em Hoboken, uma cidadezinha muito fofa de Nova Jersey, onde fica a loja do Cake Boss (aquele dos bolos absurdos), a Carlo’s Bake Shop. Existem outras filiais da loja, mas esta é a a matriz, onde tudo começou e fica de frente para a prefeitura da cidade, a rua até ficou conhecida pelo seu nome.

No dia em que fomos estava lotada e demorou para chamar nossa senha, mas saímos de lá muito felizes com nossa sacolona de docessss!! Cupcakes, cheesecakes, cookies, bolos e mais, tudo uma delícia!

A cidade fica do outro lado do Hudson River e fomos de trem, mais conhecido como PATH (Port Authority Trans Hudson) é o sistema ferroviário que liga Nova Jersey com Manhattan (e vice-versa), custa US$ 2,75 e a viagem para Hoboken leva cerca de 15 minutos.

Carlo’s Bake Shop: 95 Washington Street – Hoboken, New Jersey 07030

Statue of Liberty + September 11 Memorial

Os pontos turísticos são aquele cliché, sempre muito concorridos e cheios e, pra mim, emocionantes! Dois deles vou mostrar neste post.

A Estátua da Liberdade, que na verdade se chama A Liberdade Iluminando o Mundo, é um monumento que comemora o centenário da assinatura da Declaração da Independência dos Estados Unidos. Foi um presente de Napoleão III, após os EUA vencerem uma batalha contra a Inglaterra. Inaugurado em 28 de outubro de 1886, mede 92,9m de altura total, sendo 46,9m de base e 46m de estátua.

Fomos ao Battery Park e compramos os ingressos para visitar a estátua, que fica na Ilha da Liberdade (entre NJ e NY), na entrada do Porto de Nova York – para chegar lá pegamos o Ferry Boat. Os ingressos também dão acesso ao parque nacional instalado na ilha e uma visita ao museu de Ellis Island (que não fomos por motivos de muito calor e cansaço). Mas as ilhas e os parques são lindos e quem tiver disposição pode passear bastante por eles.

O que a estátua tem de feliz, o Museu e Memorial Nacional do 11 de setembro tem de triste… Em Lower Manhattan – perto do Battery Park, no local onde ficavam as torres do World Trade Center, destruídas nos ataques de 11 de setembro de 2001, construíram um museu e um memorial para lembrar as vítimas e os envolvidos no resgate desse acontecimento tão cruel e marcante. O memorial foi inaugurado no dia 11 de setembro de 2011 e é uma corporação sem fins lucrativos.

No mesmo complexo está o One World Trade Center (mais conhecido como WTC 1), que foi concluído em 2014, possui 541,3m, 104 andares e é atualmente o edifício mais alto dos Estados Unidos e o 4º mais alto do mundo!

Onde ficavam as torres gêmeas, hoje são duas piscinas quadradas com 30m abaixo do nível da rua, cercadas por uma floresta de árvores, como uma grande praça (vista aérea). Em volta das piscinas vemos os nomes das vítimas identificadas e não tem como não associar toda aquela água com lágrimas… é lindo, mas é muito triste.

Williamsburg Bridge – NYC

Manhattan é a “ilha principal” da Cidade de Nova York, com isso, para ter acesso entre ela e Long Island, quatro pontes foram construídas no decorrer dos anos. Uma delas é a Williamsburg Bridge, que liga Manhattan ao Norte do Brooklyn (Williamsburg), passando sobre o East River.

A ponte possui 94m de altura, 2.227m de comprimento e tem mais de 100 anos. Começou a ser contruída em 1896 e foi inaugurada em 1903. Por ela passam os trens das linhas J, M e Z do metrô, além de poder ser atravessada de automóvel, a pé ou de bicicleta.

Não, nós não atravessamos, hehehe. Mas andamos por um bom pedaço dela e conseguimos ver a Manhattan Bridge e a Brooklyn Bridge através de sua grade. A ponte é toda em metal cinza com grades cor de rosa, o trilho do metrô passa pelo meio, os veículos por baixo e os ciclitas e pedestres por cima, assim dando espaço para todos.

Empire State Building – NYC

Além de andar muuuito pelas ruas de Nova York, também a vimos láááá de cima! Fomos até o topo do Empire State Building, aquele predião~ que o King Kong sobe segurando a personagem Ann e é atacado por aviões (choro muito com esse filme…).

Atualmente é o terceiro prédio mais alto de todo os Estados Unidos, perdendo apenas para a Willis Tower (Chicago) e o One World Trade Center (também em NYC – que é possível ver em algumas das fotos abaixo, mas mostrarei melhor em outro post). Com sua construção concluída em 1931, o Empire State foi o edifício mais alto do mundo por 41 anos, até serem construídas as finadas Torres Gêmes (World Trade Center) em 1972.

Apesar de pegarmos um pouco de fila, a subida até o 86º andar foi rápida, acredite, e lá encontramos o mais alto observatório a céu aberto em Nova York. Uma plataforma de observação que envolve toda a circunferência do prédio, com grades e binóculos de looongo alcance e vista 360º para toda a cidade – e além.

Depois subimos para o 102º (e último) andar. Se a vista há 16 andares para baixo já era de tirar o fôlego, imagina nessa plataforma superior!? Era possível ver o Central Park todinho, o Brooklyn, New Jersey, como os cruzamentos das ruas e avenidas foram inteligentemente projetados… Incrível!

Chegamos lá à tarde e ficamos até o sol se pôr. Além do espetáculo natural no céu, também acompanhamos as luzes da cidade se acendendo… A lembrança ainda me arrepia… Foi demais!

Empire State Building: 350 Fifth Avenue at 34th St, Nova York
Aberto todos os dias (inclusive feriados), das 8h00 às 2h00
Main Deck + Top Deck (86º e 102º andares): US$52

NYC – Let’s begin…

Então ta, vamos começar! Depois de passar 20 dias em Nova York eu tenho tantas, mas tantas (!!!), coisas para mostrar aqui que é até bom eu já avisar que serão muitos posts da Big Apple. Mostrarei os pontos turísticos, museus e bairros que visitei, mas vou intercalando com os posts de cotidiano e eventos atuais, assim não fica cansativo… né?

Ta bom então, começando com aquele resumão de fotos das coisas que observei pelas ruas. Publicidade em todos os cantos, luminosos, graffiti, carrinhos de comida, patriotismo, caminhões de sorvete, prédios novos, prédios antigos… Aparecerão muito por aqui!

Foram muitas coisas e muuuitos registros, a seleção de fotos por post não está nada fácil de fazer, mas eu espero que gostem e aguardem que logo vem mais. Ta bom? Então ta então. :P

Compras e adiós Chile

E para encerrar os posts sobre Santiago, mais um look que usei por lá, algumas fotos e impressões gerais e um pouco sobre as lojas e compras que fizemos.

Visitamos dois shoppings, o Parque Arauco e o Costanera Center, ambos enormes e com lojas lindas! Já que muita gente pergunta, vamos lá: Zara, Topshop e MAC tem os mesmos preços (altos) e coleções que no Brasil. Forever 21 apenas feminina e H&M unisex, ambas com preços maravilhosos que nos faz sair cheios de sacolas, hihi.

Também fomos em dois supermercados diferentes, o Express de Lider (da rede Walmart) e o Jumbo, ambos com muitos produtos que não temos por aqui – ou que só vemos em lojas de importados com aquele preço absurdo (ex.: balas Skitles por mais ou menos R$ 2,50; Lay’s Stax grande por R$ 5,00).

Em Santiago tem muitas lojas de departamento, as mais famosas são a Falabella, Ripley e Paris. Todas multimarcas de roupas, acessórios, decoração, eletrônicos, artigos esportivos e mais mil coisas. Todas pura perdição! hahaha

Aproveitamos os preços e compramos algumas roupas de frio por lá (moletom R$ 50,00, jaqueta R$ 100,00…) e tênis (Vans R$ 120,00; Supra R$ 160,00), mas o que eu relamente não podia deixar de trazer são os souvenirs das feirinhas de rua, copinhos decorados, lhama em miniatura, brincos e bolsas feitos a mão e, claro, cervejas e vinhos chilenos!

  • vestido Pernambucanas
  • casaco Renner
  • meia-calça Lupo
  • coturno Dr. Martens
  • bolsa Levantate Juana

Espero que tenham gostado das dicas e quem for visitar (ou já visitou) Santiago conta pra gente como foi ;D

Santiago – Restaurante Giratorio e fast food

Nos falaram muito sobre o restaurante Giratorio antes da viagem, então não pudemos deixar de conhecer e reservamos para um horário em que fosse possível ver o céu ainda claro enquanto aproveitávamos o couvert. A recepção do restaurante fica no 16º andar do prédio e o dois acima são os salões. Ficamos no 18º andar  e, de um modo geral, posso dizer que o atendimento e a comida são muito bons, a decoração é bem simples e enquanto comemos o chão gira (bem devagar) para que possamos apreciar a vista panorâmica da cidade linda que é Santiago (média de R$ 150,00 o jantar para duas pessoas).

O Giratorio foi nosso único restaurante “fino” por lá, mas isso não quer dizer que comemos mal… Quando vi Dunkin’ Donuts (que tem aos montes) surtei de alegria! Comi muitas rosquinhas e me ~empanturrei~ principalmente do Donut Arcoiris (como eles chamam o donut de glacê de morango com granulados coloridos), também experimentamos os sanduíches e wraps e, hmmm, muito bons! Outra maravilha foi descobrir que tem Taco Bell, fast food tex-mex, também com um preço legal e delícia (média de R$ 7,00 o combo de burrito).

Comemos no restaurante Mamut, no Red Bar e em vários outros, mas o nossos favoritos foram os restaurantes da rede Dominó, para nós foi o melhor custo/benefício (média de R$ 6,00 o lanche com salsicha viena), lanches grandes e com ótimas opções de sabores. Fomos em dois, mas haviam vários, muito mais do que Mc Donald’s por aqui.

♥ fast food

Cordilheiras, Valle Nevado e Farellones

Queríamos muito visitar Valle Nevado, pedi ajuda para muitas pessoas e as dicas da Narda (Hi-Lo Blog) me salvaram! Eu e o Psy fomos até a SkiTotal logo no primeiro dia para ver quais os passeios, os preços e tirar dúvidas. Foi tudo mais fácil do que o esperado e já agendamos o nosso tour.

Optamos pelo Tour Visit the Andes que inclui conhecer as Cordilheiras, Valle Nevado e por fim Farellones, tudo em um dia por aproximadamente R$ 100,00 cada e pegamos uma promoção de aluguel de calça, botas e luvas por R$ 32,00 (normalmente só a luva sai por esse valor). Também inclui serviço de leva/traz, nos buscando e posteriormente nos deixando em nosso hotel.

Depois de uma noite mal dormida de tanta ansiedade, afinal “vou ver neveee!!”, um ônibus nos buscou às 8h30 e fomos para a loja alugar a roupa e aguardar os outros turistas. Saímos às 9h e o guia foi explicando os detalhes sobre a viagem e curiosidades sobre o Chile e as cordilheiras. No caminho fizemos duas paradas, a primeira em uma lojinha para quem quisesse comprar algo, especialmente água e chiclete (por causa da altitude) e alugar skibunda para brincar na neve; e a segunda em um mirante com vista panorâmica das montanhas onde tinha uma barraquinha com artesanato local. Depois de duas horas e muitas curvas chegamos a 3 mil metros do nível do mar!

Valle Nevado é um centro de esqui que fica a 43 quilômetros da cidade de Santiago e foi criado em 1988 por empresários franceses seguindo o padrão dos melhores resorts de esportes de inverno da Europa. Atualmente é o maior centro de esportes relacionados à neve no hemisfério sul e um dos hotéis mais procurados de junho a outubro. Ficamos lá por meia hora, admirando a paisagem e passando frio (era impossível ficar sem luvas).

Descemos então para uma montanha, onde passamos uma hora e meia brincando na neve. Foi incrível! Fizemos um boneco e descobrimos como é difícil manusear a neve, não acreditem nos desenhos animados! E guerra de bolinhas de neve machuca sim! hahaha foi uma ótima experiência ;D

Depois descemos para Farellones, uma vila que fica entre três estações de esqui (Valle Nevado, La Parva e El Colorado), e almoçamos no Hotel Farellones. O lugar é bacana, mas a comida é cara e péssima. Juro que nem meu arroz é tão ruim quanto o de lá :/ um PF  sai em média R$ 40,00, imagina… A Narda me alertou sobre isso, mas acabamos comendo os “suprimentos” no caminho e precisávamos almoçar, afinal já era 15h30. Conhecemos a região e partimos de volta para Santiago. Paramos na SkiTotal para devolver as roupas e ganhamos alguns mimos antes de ir para o hotel.

O post ficou longo, mas espero que todas as informações sejam úteis (se não todas, a maioria. hehe). Eu repetiria o passeio – sem a parte do almoço, claro – talvez um reencontro com o Pierre (nosso boneco)… hahahah! Brincadeiras a parte, foi muito legal e adoraria ver neve novamente.