Japão – Nara: veados e o melhor karê do mundo

Assim que pisamos fora da estação de Nara: CHUVA !! Era dia de parque, poxa vida, a chuva ia estragar o nosso passeio! Ainda mais que antes de sair de casa verificamos o clima, foi 1 hora de trem de Osaka até lá, mas com o tempo ruim só nos restava chorar… Fomos tapeadas! #drama

Sem muita opção #drama2, entramos em um Chococro (uma rede de cafeteria) e MANODOCÉU QUE DELÍCIA! O café, o belgium chocolate cocoa e o wafle, tudo muito bom! Comemos e esperamos… Ao sair de lá, surpresa: SOL! Ok, obrigada chuva pelo café maravilhoso e, agora sim, podemos seguir nosso roteiro!

Não andamos muito pela cidade, basicamente traçamos uma linha reta da estação até o nosso objetivo: ver os cervos shika, que andam livremente por lá. Passamos por alguns templos e seguimos até o Nara Park, um espaço enorme e realmente cheeeeio de veados (cervos), que estavam bem tranquilos, o que nos deixou muito felizes porque odiamos humanos estressando bichinhos (ouvimos rumores de que eles podem atacar as pessoas, mas não vimos nada do tipo) !

Na volta do parque passeamos pelas lojinhas de souvenirs (ímãs ♥), fomos em um owl cafe (sim, de corujas!! aguardem o post hihihi) e aproveitamos para ~almojantar~ O MELHOR KARÊ DO MUNDO !

Eu não era muito fã de karê (curry), até comer este! A dica do restaurante veio de uma amiga das minhas amigas e resolvemos seguir. O restaurante é o Wakakusa Curry (若草カレー本舗), pequenininho, fica dentro de uma galeria. Pedimos o hashed beef with rice e o baked curry and rice (+- R$  25,00 cada) e foram os melhores pratos que poderíamos ter comido! Sério, eu não sei como descrever, só de lembrar fico com água na boca hahaha! Então fica a dica para quem estiver indo para Nara ;D

♡ 奈良市 ♡

Japão – Kyoto III: Gion, gueixas e chá

E para terminar os posts sobre Kyoto *escorre uma lágrima*: GUEIXAS e CHÁ!!

Mesmo estando em constante modernização, como todo o país, Kyoto ainda tem muitos edifícios e construções anteriores à guerra, templos e casas de madeira tradicionais (machiyas), como vimos em Gion, o bairro das gueixas! Lá almoçamos na feirinha do Santuário Yasaka, vimos gueixas (ou garotas comuns vestidas de gueixa… ?), mais templos e tomamos chá com bolo e sorvete.

Em Gion tem muitas lojas que alugam kimonos e yukatas (aqueles trajes tradicionais), alguns até oferecem o serviço de fotografar quem tiver interesse, o que não era nosso caso, pois queríamos mesmo explorar o máximo que podíamos!

Depois de tantos templos (veja aqui e aqui), queríamos assistir uma cerimônia do chá, mas descobrimos que elas só acontecem até às 14h (???) então nos restou tomar chá em uma cafeteria hahaha! Fomos super bem atendidas e mimadas no Dream Coffee (que fica dentro do Household Goods Store, uma espécie de mini galeria), tomamos chá preto e comemos quatro sabores diferentes de bolo: chocolate, sakura, chá verde (matcha) e abóbora. Todos ótimos!

Depois passeamos mais um pouco pelas lojinhas até escurecer e pegamos o ônibus de volta para a estação de trem… Aiai, sdds Kyoto ;-;

♥ おおきに 京都 ♥

Japão – Kyoto II: Mais templos e mais sakuras

O segundo dia em Kyoto será divido em dois posts por motivos de: QUE LUGAR FODA DA PORRA! Ok que eu posso falar isso de tudo o que vi durante essa viagem, mas Kyoto é demais! hahaha… to rindo, mas é sério :P

Compramos o City Bus All Day Pass, que dá direito a usar uma determinada linha de ônibus durante o dia todo, vende no terminal de ônibus da estação JR Kyoto – só optamos por ele no segundo dia devido a distância e quantidade de lugares que pretendíamos ir. Começamos pelo Kinkaku-ji (Templo do Pavilhão Dourado), um templo lindo, com lagos e um pavilhão coberto de folha de ouro puro e com uma fênix chinesa no telhado.

Em Gion (que eu vou contar no próximo post), visitamos mais templos e, para mim, o mais espetacular e emocionante foi o Ryozen Kannon, um memorial que homenageia os não sobreviventes da Segunda Guerra Mundial. Lá tem uma estátua enorme de Bodhisattva Avalokiteśvara (Kannon), com 24 metros de altura, feita de concreto e aço, construída por Hirosuke Ishikawa e revelada em 1955. Assim como no Grande Buda de Kamakura, também podemos visitar a estátua por dentro, onde encontramos santuários e altares.

O dia estava ensolarado e Kyoto é um lugar tão incrível que até tira nossa respiração, foi por isso que optamos por dividir os passeios em dois dias. E foi exatamente assim, sem ar de tanta emoção, que me senti quando passamos por Philosopher’s Walk. Uma calçada na beira de um canal, famosa pela linha contínua de árvores de cerejeira – e onde, mais uma vez, ficamos um tempão contemplando as sakuras *-*

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Japão – Kyoto I: Templos e Bambus

Kyoto é conhecida como a cidade dos samurais, foi a capital do Japão antes de Tokyo e, apesar do nosso caso de amor com Rurouni Kenshin (Samurai X – hihihi), o que mais queríamos ver lá eram as gueixas e os templos.

Começamos com a segunda opção e fomos visitar o Fushimi Inari Taisha, o templo central de Inari Ōkami (em Fushimi), conhecido por suas imagens de raposas (kitsune) e pelo longo caminho de portais vermelhos (toriis) em sequência quase infinita. O templo fica na base da montanha, também chamada Inari, e é um dos mais famosos santuários xintoístas da região.

De lá, nosso próximo destino seria a floresta de bambu, mas pegamos um “atalho” tão magnífico que precisamos adiar um pouco. Fizemos um caminho por dentro do templo Tenryū-ji, que significa “templo do dragão celestial” e é considerado o maior templo zen budista de Kyoto, está na lista de patrimônio mundial da Unesco. Não, não é pouca coisa! Apenas passeamos pelas áreas externas, mas valeu a pena pagar 500 ienes para “cortar caminho”, pois ficamos encantadas com o Sogenchi Garden, um enorme jardim com diferentes tipos de árvores, flores e um lindo lago. Como as sakuras são (e sempre serão) nosso ponto fraco, passamos algum tempo por lá até chegar nos fantásticos bambus…

Sim, FANTÁSTICOS!! Eu não pensei que fosse ficar tão boquiaberta com bambus! A floresta fica em Arashiyama e possui um bosque de bambus que formam uma espécie de túnel. O som do vento passando por eles é indescritível! Foi o encerramento perfeito para o nosso primeiro dia em Kyoto (:

♥ 京都 ♥

Japão – Kamakura: Kotoku-in, Daibutsu e Hase-dera

Kamakura (鎌倉市) é considerada uma cidade sagrada para os japoneses. Ela fica a 50 km de Tóquio e é conhecida principalmente pelo Daibutsu (Grande Buda), uma estátua de bronze de 13,5 metros que foi erguida em 1252. Catástrofes naturais como terremotos e tsunamis destruíram os templos que foram construídos ali, mas a estátua resistiu. Incrível demais!

Além de todo o ambiente lindo e bem arborizado, no templo Kōtoku-in também podemos contemplar a imagem do Grande Buda por dentro. A estátua é oca, é possível entrar para conhecer sua estrutura e mais detalhes de como foi feita.

De lá fomos para o templo de Hase-dera, que também é bem famoso! Ele fica um pouco escondido no alto de um morro, de onde se tem uma linda vista da cidade e da praia de Yuigaham, e por ter jardins lindos e com grande variedade de espécies, é apelidado de “Templo das Flores”.

No salão principal do templo está a estátua da Kannon de onze faces, que tem 9,18 metros de altura e é a maior estátua de madeira de Buda do Japão (e não pode ser fotografada).

Fomos em um dia de semana, pegamos o trem da linha JR Yokosuka na estação de Tokyo e descemos na estação Kamakura. Caminhamos cerca de 25 minutos até chegar ao Kotoku-in. Tem a opção de ir de ônibus, mas o percurso é lindo, então vale a caminhada!

Japão – Bizarrices do bem, presente e vlog

No Parque Ueno presenciamos as primeiras bizarrices do bem com japoneses. Foram coisas muito legais, mas chamo de “bizarrices” por não serem nada comuns aqui em São Paulo. O primeiro foi um homem que nos chamou e nos levou até uma árvore linda para tirar uma foto nossa PARA NÓS MESMAS! Estávamos andando e ele chegou falando um monte de coisas que não dava pra entender enquanto apontava para o cabelo rosa da minha amiga, nos puxou até uma árvore, pegou minha câmera e nos fotografou ali simplesmente porque achou que seria legal – e foi, embora a gente tenha ficado bastante assustadas até entender que ele só estava sendo legal mesmo.

A segunda foi com cachorrinhos que vieram até nós, a dona pediu desculpas por eles terem sujado minha saia, mas quem liga pra sujeira quando são cachorrinhos maravilhosos? Ficamos um tempão brincando com eles e no fim a dona nos deu um presente SIMPLESMENTE PORQUE AMAMOS OS CACHORROS DELA!!! Mais uma vez ficamos chocadas. Eu até gravei um videozinho* depois do ocorrido contando melhor como foi, porque eu precisava registrar logo de alguma forma hahaha! Mas fico triste por não ter filmado os cachorrinhos felizes :/

Curiosidades: Mesmo não entendendo nossa língua (e bem pouco de inglês), os japoneses (em geral) se esforçam muito para ajudar e dá pra ver como eles ficam contentes quando entendemos ou damos atenção, principalmente quando brincamos com seus cachorrinhos. Ao falar que somos do Brasil eles ficavam muito impressionados por causa da distância e do tempo de viagem.

*Me perdoem, eu ainda não sei ser vlogueira…

Japão – Tokyo: Parque Ueno e as sakuras

Nosso primeiro e tão aguardado passeio foi para ver as flores de cerejeira (sakuras) no Ueno Kōen (Parque Ueno). Quando chegamos e vimos tudo rosinha foi emocionante demais!! Tinha sakuras de vários tipos e cores, foi a a primeira vez que vi as vermelhas… lindas!

O parque é um dos mais populares de todo Japão, fica no distrito de Ueno do bairro de Taito, Tóquio. O acesso é super rápido, pois está bem em frente a Ueno Station. Foi fundado em 1873, abriga alguns templos budistas e grandes museus, além de um zoológico. É enorme! Possui mais de 8mil árvores e cerca de 800 árvores de cerejeira.

No dia em que fomos tinha feirinha com comidas e estava bem cheio. O sol sumiu rápido e fazia muito frio, mas passamos o dia lá contemplando as flores que tanto sonhamos ver em seu país de origem ♥ Fotografei um monte e ainda fiz um videozinho (bem amador) para mostrar o máximo aqui pra vocês. Preparados pra chuva de fotos? :D

Voltamos neste mesmo parque depois de quase 20 dias e já não tinha mais sakuras. O tempo de vida delas é muito curto e demos muita sorte de conseguir ver tudo no auge do florescimento, pois poucos dias, antes ou depois, faria toda a diferença!

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Konichiwa Nihon !

Oi sumida!

Essa é minha última semana no Japão (pois é, para quem não sabia, estou aqui!), muito triste por ter que me despedir, mas muito feliz pela experiência!

Para começar, bem, eu e mais três amigas planejamos essa viagem por muito tempo. Era um sonho em comum ver as cerejeiras florescendo e decidimos realizar juntas. Não foi fácil, muito menos barato, mas demos muuuita sorte em vários aspectos: passagem na data que queríamos com preço bom e em uma das melhores companhias aéreas, as flores estarem perfeitas (porque elas tem pouquíssimo tempo de vida), encontrar Airbnb com preço bom e ótima localização… Coisas que não tem um segredo, foi sorte/coincidência mesmo!

Sobre tudo o que vi, eu não tenho melhor palavra para descrever do que: MARAVILHOSO! Ouvimos relatos de muita gente que viajou para cá uma ou mais vezes e de pessoas que moram/moravam aqui e ainda assim fomos surpreendidas! Tudo é muito diferente do que estamos acostumados no Brasil, as pessoas, o funcionamento das coisas, cotidiano e costumes…

Quando eu voltar para o Brasil – e conseguir me acalmar (!) – vou fazer posts mais detalhados sobre as coisas lindas e legais que estou vendo por aqui. Deixo apenas algumas fotos para dar um gostinho, espero que gostem ;]

こんにちは 日本

Chinatown e Little Italy – NYC

O mais legal de ver fotos é reviver os momentos através delas, não é mesmo? Estava arrumando uns arquivos de backup e acabei me hipnotizando enquanto lembrava do dia em que estivemos em dois bairros tão tipicamente estrangeiros de NYC.

Um dia fomos almoçar em uma cantina italiana no bairro Little Italy e para chegar lá passamos por Chinatown. Bem, os nomes são auto explicativos, né? hehehe!

Ambos ficam no Lower East Side. Chinatown é o bairro mais antigo e que abriga a maior quantidade de chineses no ocidente. Eu nunca estive na China, mas as fachadas e propagandas não deixam dúvidas hahaha. Little Italy é o bairro que foi ocupado por um grande número de ítalo-americanos durante o início do século XX, as ruas são decoradas com as cores da bandeira italiana e há muitos restaurantes e cafés tradicionais.

Almoçamos no restaurante Grotta Azzurra, uma cantina tradicional com muitas opções de massas muito boas, mas o inesquecível mesmo foi o Classic Cannolli de sobremesa. Deliciosíssimo!

Quero ainda passear mais por esses lugares, fotografar com câmera boa e não só com o celular, experimentar as iguarias… Um dia, um dia… haha ;]

High Line – NYC

Nem só de Times Square e Central Park vive Nova York. Uma das mais recentes atrações turísticas da Big Apple é o High Line Park, uma antiga linha de trem suspensa, construída na década de 30 e que estava abandonada, deu lugar a um parque em 2009.

Com muitos jardins, bancos para leitura e descanso, decks de observação e contemplação do Rio Hudson. Além da paisagem no horizonte, podemos ver painéis, graffitis e incríveis edifícios – novos e antigos, o parque é quase uma galeria ao ar livre. Também tem stands com comida e bebida numa área coberta que fica no meio do percurso.

O High Line fica a 8 metros de altura e atravessa 3 bairros (aproximadamente 2,5 Km): Meatpacking, West Chelsea e Hell’s Kitchen, que são pouco visitados pela maioria dos turistas… azar o deles, porque não há nada que não deva ser visitado por lá :P

The High Line: Gansevoort St. – Todos os dias das 7h às 23h. Entrada gratuita